LEGH
  • Publicado em 18/04/2018 às 20:18

    Clique na imagem para conferir as leituras em andamento do Laboratório de Estudos de Gênero e História. Todas e todos estão convidadas/os para se juntarem a nós nas quartas-feiras, às 14h.


  • Seleção para Bolsista PIBIC/LEGH

    Publicado em 20/07/2018 às 14:40

    Convidamos as/os interessadas/os em bolsa PIBIC para trabalhar nos projetos “Políticas da emoção e do gênero na resistência às ditaduras militares no Cone Sul”, coordenado pela professora Cristina Scheibe Wolff e “Memória, relações de gênero e ditaduras: reflexões da historiografia francesa sobre o Cone Sul”, coordenado pela professora Janine Gomes da Silva, para participarem de entrevista no dia 24/07, terça-feira, às 14h, no LEGH- Laboratório de Estudos de Gênero e História. As inscrições devem ser feitas por e-mail até o dia 23/07. Caso seja necessário a entrevista pode ser feita por Skype. São 3 vagas de bolsa.

    INSCRIÇÃO:
    Enviar e-mail para: cristiwolff@gmail.com e janine.gomesdasilva@gmail.com
    Assunto: Inscrição Bolsa PIBIC.
    Para se inscrever envie no e-mail uma carta breve com suas motivações para concorrer a essa bolsa.
    Atividades se iniciam em 1 de agosto.

    Requisitos:
    – Cursar história na UFSC;
    – ter boa redação;
    – noções de espanhol, inglês ou francês são desejáveis;
    – interessar-se pelos estudos de gênero.

    Verifique ainda as regras no Edital http://pibic.propesq.ufsc.br/files/2018/07/Edital-PIBIC-2018-2019_Retificado_16-07-2018.pdf


  • Sarau do LEGH

    Publicado em 09/07/2018 às 11:25

    No dia 27 de junho, aconteceu o Sarau do Legh. O sarau multiartístico e feminista, que contou com a participação de diversas/es/os integrantes do Laboratório, aconteceu depois do último encontro do semestre do grupo de leituras do Legh, que contou com a ótima e engajada apresentação do pesquisador e historiador Jeferson Ramos.

    O momento de partilhas poéticas, criativas e sensíveis começou no início da tarde com a exposição de fotografias “Dados vermelhos”, de Elaine Schmitt e Marcia Boroski, que ilustra com profundidade e sensibilidade alguns dos muitos trágicos indicadores de violências de gênero contra mulheres. Depois do grupo de leituras, celebramos o semestre e o momento compartilhando comidas e bebidas trazidas por nós especialmente para esse dia.

    A partir de então, compartilhamos, entre nós, performances tradutoras de nosso percurso de leituras e vivências no Legh (e na vida) durante esse semestre: música, literatura e poesia… em récitas, leituras dramáticas e poéticas… em sons e silêncios… entre risos e lágrimas… respirações profundas e abraços e olhares de sintonia e acolhimento… nas escutas atentas, abertas e sensíveis de quem lá ouvia, nas vocalizações de Camila Durães, Michelle Páscoa, Monique Malcher, Jair Zandoná, Linaia de Vargas Palácio, Flávia Aline de Oliveira, Joana Maria Pedro… houve Medusas, “nós desatados” e desatinos, voos em astronaves, palavras de libertação, resistência, ancestralidade, desejos e afetos poetizados e rimados em muita, muita poesia, em vozes feministas e femininas, lésbicas, negras, periféricas e do Sul do mundo: Conceição Evaristo, Meimei Bastos, Thalita Coelho, Maya Angelou, Matilde Campilho e Monique Malcher. Você pode conferir as fotos do Sarau abaixo.

    As atividades do Legh retornarão em 8 de agosto, quarta-feira, às 14h, com o texto de Jules Falquet “The Traffic in Women 2.0: de la economía política de la (hetero)sexualidad a la combinatoria straight”. Agende-se, participe, venha ler, pensar e discutir conosco.

     


  • Grupo de Estudos Críticos da Branquitude do LEGH

    Publicado em 04/07/2018 às 11:02

    Em maio teve início o Grupo de Estudos Críticos da Branquitude do Legh. O grupo têm a coordenação da pedagoga, educadora e pesquisadora Renata Schlickmann e conta com o apoio da psicóloga e pesquisadora Lia Vainer Schucman. Renata e Lia são pesquisadoras e autoras de trabalhos nos campos de Relações Étnico-Raciais, Letramento Racial, Estudos Críticos da Branquitude e Racismo.

    Créditos do cartaz: Laíse Sousa

    Temos tido a chance de começar a aprender sobre e tecer reflexões críticas da branquitude, e, de fazer reflexões sobre as diferentes manifestações do racismo e das branquitudes locais (pensadas também a partir dos debates sobre colonialismo e colonialidades, e sobre o papel da raça e do racismo no “sucesso” dos projetos coloniais e na permanência e atua

    lidade das colonialidades) em diferentes territórios colonizados, com foco nas relações e intersecções entre o racismo-colonialidades (em suas diferentes manifestações e contextos) e as questões de gênero.

    O grupo é aberto para quem estiver interessada/e/o nas discussões: integrantes do Legh, da UFSC, e, de toda comunidade.

    Os encontros do grupo são quinzenais, nas sextas-feiras à tarde. Vem!

    Agradecemos Renata e Lia, que gentilmente aceitaram o convite para coordenar e apoiar o grupo.
    Agradecemos também à professora Joana Maria Pedro, ao professor Jair Zandoná e à Glenda Lunardi, bolsista do Legh, e à Laíse Sousa, artista visual e graduanda em filosofia, por todo apoio e ajuda fundamentais para que o grupo aconteça aqui.

    Contato: Renata Schlickman

     


  • Grupo de Estudos em Gestão de Tempo, Tarefas e Planejamento do LEGH

    Publicado em 03/07/2018 às 10:51

    Em maio teve início o Grupo de Estudos em Gestão de Tempo, Tarefas e Planejamento do Legh, coordenado por Sarah Martins Klokner, psicóloga e pesquisadora. Sarah Martins Klokner é psicóloga organizacional, formada pela Universidade Estadual de Maringá, especialista e facilitadora de grupos pela Sociedade Brasileira de Dinâmica de Grupos, Coach e Mentora pelo Instituo Holos e especialista em Gestão de Pessoas pelo Instituto Paranaense de Ensino. Atualmente desenvolve pesquisas em psicologia organizacional relacionados à gestão de tempo, tarefas e planejamento.

    Créditos imagem: Calendário Abya Yala

    O grupo têm nos dado a oportunidade de aprofundar as reflexões, os espaços de escuta, de fala e de partilhas dos desafios que temos tido para organizar nossa vida acadêmica – tão sonhada, batalhada e desejada por nós – de forma saudável e solidária. Através de reflexões, investigações e atividades sobre organização do tempo, temos tido a chance de aprofundar algumas ideias e práticas que nos ajudam a pensar em saídas e resoluções de desafios e atendimento de demandas a partir do conhecimento sobre nossas formas próprias e particulares de lidarmos com nosso tempo, ritmos, energia, atenção, necessidades e limites. Com atenção às particularidades de cada pessoa e de seus diferentes processos de organização, o grupo têm sido um espaço de práticas feministas de auto-cuidado, auto-respeito e tomada de consciência.

    O grupo é aberto para integrantes do Legh.

    Os encontros do grupo são quinzenais, nas quartas-feiras à tarde, a partir das 16h15, depois do Grupo de Leituras do Legh. Vem!

    O grupo agradece à Sarah Martins Klokner e a

    todas as pessoas envolvidas e o apoio que recebemos pra fazer isso no Legh: da pesquisadora Glenda Lunardi e das professoras Joana Maria Pedro, Janine Gomes da Silva e Jair Zandoná.

    Contato Sarah Martins Klokner


  • Reunião do LEGH – 30/05 – CANCELADA

    Publicado em 29/05/2018 às 15:24

    Informamos que a reunião de leitura do LEGH prevista para amanhã está cancelada. Dessa forma, a discussão do texto da Caterina Rea será realizada no próximo encontro.

    Referência:
    REA, Caterina Alessandra. Sexualidades dissidentes e teoria queer pós-colonial: o caso africano. Epistemologias do Sul, Foz do Iguaçu, v. 1, n. 1, p. 145-165, 2017. Acesso: https://revistas.unila.edu.br/epistemologiasdosul/article/view/775/648
    Responsável: Alisson

    Até breve!


  • Seleção de bolsista AT-NS / LEGH/UFSC

    Publicado em 25/03/2018 às 12:01

    Convidamos as/os interessadas/os em bolsa AT para trabalhar no projeto “Políticas da emoção e do gênero na resistência às ditaduras militares no Cone Sul”, para participarem de entrevista no dia 02/04, segunda feira, às 10h, no LEGH – Laboratório de Estudos de Gênero e História. As inscrições devem ser feitas no link https://goo.gl/forms/kXBIBDUzGDNRHwEA2 até o dia 31/03. As entrevistas serão realizadas pelo Dr. Jair Zandoná e pela Profa. Dra. Cristina Scheibe Wolff (por skype).
    Essa é uma bolsa de R$ 550,00 para trabalhar por 20 horas. Os trabalhos do projeto envolvem vídeos (filmagem, edição simples), transcrição de entrevistas, participação em reuniões e eventos, realização de entrevistas de história oral, leituras e discussões com a equipe de pesquisa.

    Requisitos:
    – Ser graduado/a nas áreas de Ciências Humanas ou áreas afins
    – Ter boa redação
    – Interessar-se pelos estudos de gênero
    – Ter conhecimentos de informática e de vídeo (alimentação de banco de dados e site, organização de dados de pesquisa, filmagem e edição)

    * Dúvidas eventuais sobre a seleção, escrever para jzandona@gmail.com.
    * A ordem das entrevistas considerará a ordem de inscrição/envio do formulário Google.
    * A norma desta bolsa pode ser lida no site do CNPq através do link: http://www.cnpq.br/view/-/journal_content/56_INSTANCE_0oED/10157/100352?COMPANY_ID=10132#rn17061


    Relação das inscrições homologadas para a vaga de AT/NS e horário das entrevistas

    As entrevistas acontecerão no LEGH – Laboratório de Estudos de Gênero e História, CFH/UFSC, Bloco C, 2º andar, no dia 02/04/2018.

    Inscrição Horário da entrevista
    Monique Malcher de Carvalho 10h
    Isabele Soares Parente 10h15
    Heitor Caramez Peixto 10h30
    Anna Carolina Horstmann Amorim 10h45
    Alan Silva de Aviz 11h
    Thais Machado 14h

    Publicação/Atualização 01/04/2018 às 15h


  • Nota do LEGH contra o assédio e em apoio a estudantes da UDESC

    Publicado em 24/03/2018 às 11:34

    O Laboratório de Estudos de Gênero e História da UFSC vem a público afirmar a importância de se apurar as denúncias de assédio e violência sexual denunciadas no dia 09 de março por estudantes da UDESC. As estudantes afirmam em nota coletiva que além de terem sofrido diversas formas de assédio e violência, continuam a sentir-se ameaçadas. Para tanto é necessário que a apuração dos fatos seja realizada de forma imediata, para que sejam esclarecidas e tomadas as medidas administrativas e penais necessárias a punir responsáveis e a restabelecer um clima de segurança para as mulheres na universidade.

    O assédio sexual e moral é uma forma de violência vivenciada cotidianamente por mulheres do mundo todo, colocada em evidência recentemente pela campanha #MeToo, pela qual atrizes, funcionárias do governo, jornalistas, estudantes e professoras universitárias mostraram que não se trata somente de uma violência individual, mas que estamos lidando com uma questão coletiva e política. O assédio e a violência nos atingem a todas as mulheres.

    O LEGH vem trabalhando no ensino e na pesquisa com perspectiva de gênero e feminista na história há muitos anos, e sobretudo formando professoras/es e pesquisadoras/es com essas perspectivas. Compreendemos, portanto, essas questões como fundamentais para a as relações sociais, e que não pode haver uma sociedade justa sem que a equidade de gênero seja respeitada. A existência dos casos de assédio e violências de gênero dentro das próprias universidades nas quais trabalhamos mostram a importância deste trabalho de formação, e também a importância da denúncia.

    Conclamamos a todas as pessoas que não deixem passar as violências sem que sejam denunciadas e apuradas.


  • III edição da Jornadas do Legh inicia amanhã

    Publicado em 19/03/2018 às 11:21

     

    Queridxs,

    Amanhã começa o evento mais badaladx da UFSC. As Jornadas do LEGH, em sua terceira edição, contará com uma programação maravilhosa que pode ser acessada, para maiores informações, no site do evento: https://jornadasdolegh2018.wixsite.com/

    Além disso, também temos uma página no Facebook para divulgação de notícias e outras informações acerca do evento: III Jornadas do LEGH

    Para aquelxs que procuram informações mais específicas sobre as mesas redondas, conferências e simpósios temáticos, segue o link dos cadernos de resumo para acesso. Aqui vocês encontrarão a programação completa do evento: http://www.legh.cfh.ufsc.br/files/2017/09/Jornadas-LEGH-caderno-de-resumos_pages.pdf

    Lembramos que ouvintes também receberão certificado e serão isentos de pagamento. Para se inscrever, basta acessar o link: https://goo.gl/forms/WqJsyiLSrRL6Qndt2

    E também já está disponível  o link para o pagamento dxs inscritxs no evento que irão apresentar trabalho: https://fap6.fapeu.org.br/scripts/fapeufap.pl/swfwfap434

    No mais, contamos com a presença de todxs para compor a linha de frente nessas jornadas. Abreijxs.


  • Lista de leituras LEGH 2018-1: Debates “fundadores” da teoria feminista II

    Publicado em 01/03/2018 às 9:45

    Divulgamos abaixo a lista de leitura do primeiro semestre de 2018 do Laboratório de Estudos de Gênero e História. Todas e todos estão convidados para se juntar a nós nas quartas-feiras, às 14h, com início no dia 7 de março.

    1. 14/03. FEMENIAS, María Luisa. Esbozo de un feminismo latinoamericano. Estudos Feministas, Florianópolis,  v. 15, n. 1, p. 11-25,  Abr.  2007. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2007000100002
    Responsável: Camila

    2. 28/03. LAURETIS, Teresa de. Tecnologia do gênero. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de (org.). Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, 1994, p. 206-241. http://marcoaureliosc.com.br/cineantropo/lauretis.pdf
    Responsável: Ana Paula

    3. 04/04. RICH, Adrienne. Heterossexualidade compulsória e existência lésbica. Bagoas, Natal, v. 4, n. 05, p. 17–44, 2010. https://periodicos.ufrn.br/bagoas/article/view/2309/1742
    Responsável: Binah

    4. 11/04. HARAWAY, Donna. Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos Pagu, Campinas, SP, n. 5, p. 7-41, jan. 2009. ISSN 1809-4449. Disponível em: <https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/1773>. Acesso em: 09 mar. 2018.
    Responsável: Luciana

    5. 18/04. PATEMAN, Carole. Confusões patriarcais (cap. 3) In: ____ O contrato sexual. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1993.p. 38-65.
    Responsável: Elaine

    6. 25/04. BALLESTRIN, Luciana. América Latina e o giro decolonial. Rev. Bras. Ciênc. Polít.,  Brasília ,  n. 11, p. 89-117,  Aug.  2013 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-33522013000200004&lng=en&nrm=iso>. access on  09  Mar.  2018.  http://dx.doi.org/10.1590/S0103-33522013000200004.
    Responsável: Adaiza

    7. 02/05. LUGONES, María. Colonialidad y género.Tabula Rasa. Bogotá – Colombia, n.9: 73-101, julio-diciembre, 2008. http://www.revistatabularasa.org/numero-9/05lugones.pdf
    Responsável: Jair

    8. 09/05. BOUTELDJA, Houria. Raça,  classe  e  gênero:  uma  nova  divindade  de  três  cabeças.  Cadernos  de gênero e diversidade. Vol 02, N. 02 -Jul.-Dez., 2016. https://portalseer.ufba.br/index.php/cadgendiv/article/view/20686
    Responsável: Luisa

    9. 16/05. SEGATO, Rita Laura. Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial. Trad. Rose Barboza. e-cadernos ces, 18, Universidade De Coimbra, 2012.  pp. 106- 131. http://journals.openedition.org/eces/1533
    Responsável: Luana

    10. 23/05. BACCHETTA, Paola. Co-formações/co-produções: considerações sobre poder, sujeitos subalternos, movimentos sociais e resistência. In: TORNUIST, Carmen Susana; COELHO, Clair Castilhos; LAGO, Mara Coelho de Souza; LISBOA, Teresa Kleba (Orgs.). Leituras de resistência. Corpo, violência e poder. Vol. I. Florianópolis: Editora Mulheres, 2009, 49-74. https://www.scribd.com/document/333054267/Livro-Resistencia-Corpo-e-Poder https://www.academia.edu/3786296/Co-Formações_Co Produções_Considerações_sobre_Poder_Sujeitos_Subalternos_Movimentos_Sociais_e_Resistência
    Responsável: Linaia

    11. 06/06. REA, Caterina Alessandra. Sexualidades dissidentes e teoria queer pós-colonial: o caso africano. Epistemologias do Sul, Foz do Iguaçu, v. 1, n. 1, p.145-165, 2017. Acesso: https://revistas.unila.edu.br/epistemologiasdosul/article/view/775/648
    Responsável: Alisson

    12. 13/06. ANZALDUA, Gloria. La conciencia de la mestiza: rumo a uma nova consciência. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 13, n. 3, p. 704-719, Dec. 2005. Acesso: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2005000300015. Responsável: Gilmária
    +
    ANZALDÚA, Gloria. Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 8, n. 1, p. 229, jan. 2000. ISSN 1806-9584. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/9880. Acesso em: 09 mar. 2018. Leitura para todas e todos.

    13. 20/06. hooks, bell. Mulheres negras: moldando a teoria feminista. Revista Brasileira de Ciência Política, Brasília, n. 16, p. 193-210, Jan. – Abr. 2015. http://www.scielo.br/pdf/rbcpol/n16/0103-3352-rbcpol-16-00193.pdf
    Responsável: Michelle

    14. 27/06. COLLINS, Patricia Hill. Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Sociedade e Estado, Brasília, v. 31, n.1, p. 99-127, Jan. – Abr. 2016.  http://www.scielo.br/pdf/se/v31n1/0102-6992-se-31-01-00099.pdf
    Responsável: Jeferson

    15. 04/07. FALQUET, Jules. The Traffic in Women 2.0: de la economía política de la (hetero)sexualidad a la combinatoria straight. Publicado em francês em: Bidet, Annie, Galerand, Elsa, Kergoat, Danièle (coords.), 2016, Cahiers du Genre, n° especial “Actualidad del feminismo materialista”. https://julesfalquet.files.wordpress.com/2010/05/trad-esp-traffic-in-women-ii-77777779.pdf
    Responsável: Gabriel