LEGH
  • Estão abertas as Inscrições de resumos para as III Jornadas do LEGH

    Publicado em 01/11/2017 às 2:50

    Já estamos organizando as III Jornadas do LEGH, evento de âmbito nacional que será realizado nos dias 20 e 21 de março de 2018, na Universidade Federal de Santa Catarina. Confira a programação completa aqui

    A seguir algumas informações importantes:

    15/10 a 30/11 de 2017: prazo para submissão de resumos de trabalhos
    20/12 de 2017: divulgação dos resumos aprovados
    20/02 de 2018: prazo para envio do trabalho completo

    As inscrições deverão ser pagas somente depois da aprovação do resumo.
    Valores de inscrições:
    – Professoras/es, pesquisadoras/es R$ 50,00
    – Estudantes de pós-graduação R$ 30,00
    – Profissionais da educação básica R$ 10,00
    – Estudantes de graduação R$ 10,00

    A inscrição deve ser feita por meio do seguinte formulário:
    Formulário

    Eixos Temáticos:
    1 – Sexualidades (queer, transfeminismo, saúde etc.);
    2 – Feminismos (democracias, movimentos de mulheres, resistências, interseccionalidades etc.);
    3 – Violências;
    4 – Educação;
    5 – Religiosidades;
    6 – Discursos (mídias, narrativas, literatura, direito etc.);
    7 – Trabalho (mercado, família etc.);
    8 – Subjetividades.

    • Diferentes temáticas são bem vindas! Os eixos citados acima servem apenas para facilitar nossa organização dos trabalhos. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail: jornadaslegh2018@gmail.com .
    • O resumo deve ter de 250 a 500 caracteres.

    Diretrizes para autoras e autores
    1 – Todos os trabalhos deverão cumprir as normas de publicação exigidas para a composição dos anais do evento.
    2 – Todos os trabalhos devem ser originais (preparados para apresentação no evento e inserção nos respectivos anais).
    3 – Os trabalhos devem ser encaminhados digitados em Word for Windows, SALVOS EM DOC ou DOCX, com as seguintes configurações de página, margens e fontes: formato de página A4, margens 3,0 cm (superior) e 2,5 (inferior, esquerda e direita), alinhamento justificado, fonte Times New Roman, corpo 12 e espaço 1,5 entre linhas para o texto principal, corpo 12 e espaço simples para as referências finais, corpo 11 e espaço simples para citações recuadas (4cm) e corpo 10 e espaço simples para notas de rodapé.
    4 – Os textos dos trabalhos deverão ter de 10 a 15 páginas.
    5 – Cada texto deve conter:
    5.1 – Título (necessariamente O MESMO apresentado à organização do evento quando o trabalho foi proposto);
    5.2 – Nome do(a) autor(a) ou autores(as) (conforme aprovação da organização do evento), seguido por nota de rodapé com titulação do(a) autor(a), vinculação institucional, endereço para correspondência (e-mail);
    5.3 – Resumo (necessariamente O MESMO apresentado à organização do evento quando o trabalho foi proposto);
    5.4. – Três a cinco palavras-chave (AS MESMAS incluídas na proposta do trabalho). Vínculos do trabalho com projetos de pesquisa e financiamentos por agências de fomento também deverão ser informados.
    6 – As citações, quando superiores a 3 (três) linhas, devem ser apresentadas com recuo de 4 cm, em corpo 11.
    7 – As notas de rodapé – apenas explicativas – serão apresentadas em corpo 10 e indicadas por algarismos arábicos em ordem crescente.
    8 – As referências no corpo do texto devem ser feitas pelo sistema autor-data. As referências completas devem ser listadas apenas no final do trabalho, apresentadas da seguinte forma:

    a. Livro
    SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Título em negrito. Local de publicação: editora, data.
    b. Capítulo de livro
    SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Título do capítulo. In: SOBRENOME DO ORGANIZADOR, Nome (org.). Título em negrito. Local de publicação: editora, ano, p. xx-xxx. (página de inicio e final do capítulo)
    c. Artigo em periódico acadêmico
    SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Título do artigo. Título do periódico em negrito, local de publicação, número do volume, número do fascículo [se for o caso], página inicial-final do artigo, mês e/ou ano de publicação.
    d. Trabalho acadêmico (tese, dissertação, monografia)
    SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Título do trabalho em negrito. Local, data. Número de páginas. Monografia (especialização) ou Dissertação (mestrado) ou Tese (doutorado). Instituição em que foi defendida. (Centro ou Faculdade e Universidade).

    9 – Apenas serão publicados nos anais das III Jornadas do LEGH os trabalhos que estiverem de acordo com as normas de publicação do evento.

    Itens de Verificação para Submissão
    1. O trabalho a ser submetido é original (preparado para apresentação nas III Jornadas do LEGH e inserção nos respectivos anais), portanto, não foi publicado em periódico ou livro.
    2. O arquivo de submissão está em DOC ou DOCX.
    3. O texto está em formato de página A4, margens 3,0 cm (superior) e 2,5 (inferior, esquerda e direita), alinhamento justificado, fonte Times New Roman, corpo 12 e espaço 1,5 entre linhas para o texto principal, corpo 12 e espaço simples para as referências finais, corpo 11 e espaço simples para citações recuadas (4cm) e corpo 10 e espaço simples para notas de rodapé.
    4. O texto do trabalho tem no mínimo 10 e no máximo 15 páginas.
    5. O Título do texto é o mesmo do trabalho aprovado pela organização do evento.
    6. O(s) autor(es) indicado(s) no texto de submissão é (são) o(s) mesmo(s) do trabalho aprovado pelos organizadores, e no texto de submissão há identificação de seu(s) nome(s), vinculação institucional e endereço para correspondência (e-mail).
    7. O Resumo contido no texto de submissão é o mesmo apresentado à organização do evento quando o trabalho e por ela aprovado, assim como as palavras-chave indicadas.
    8. O texto de submissão indica vínculos do trabalho com projetos de pesquisa e financiamentos por agências de fomento, se for o caso.
    9. No texto submetido, as citações, quando superiores a 3 (três) linhas, foram apresentadas com recuo de 4 cm, em corpo 11, e as notas de rodapé – apenas explicativas -, em corpo 10 e indicadas por algarismos arábicos em ordem crescente.
    10. As referências no corpo do texto estão feitas no sistema autor-data e as referências completas estão listadas apenas no final do trabalho, apresentadas da forma descrita em DIRETRIZES PARA AUTORAS (RES), na mesma página de Submissões.

    Declaração de Direito Autoral
    Autores que submetem as jornadas concordam com os seguintes termos:
    a) Autores mantém os direitos autorais sobre o trabalho, permitindo as jornadas colocá-lo sob uma licença Licença Creative Commons Attribution, que permite livremente a outros acessar, usar e compartilhar o trabalho com o crédito de autoria e apresentação inicial nestas jornadas.
    b) Autores podem abrir mão dos termos da licença CC e definir contratos adicionais para a distribuição não-exclusiva e subsequente publicação deste trabalho (ex.: publicar uma versão atualizada em um periódico, disponibilizar em repositório institucional, ou publicá-lo em livro), com o crédito de autoria e apresentação inicial nestas jornadas.
    c) Além disso, autores são incentivados a publicar e compartilhar seus trabalhos online (ex.: em repositório institucional ou em sua página pessoal) a qualquer momento antes e depois das jornadas.

    Os nomes e endereços informados para submissão de trabalhos a III Jornadas do LEGH, nas suas várias edições, serão usados exclusivamente pelos organizadores do evento para a elaboração dos respectivos anais eletrônicos, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.


  • Novo boletim da Asociación Argentina para la Investiación en Historia de lasMujeres y Estudios de Género

    Publicado em 08/11/2017 às 10:49

    Já está no ar o boletim número 2, de novembro de 2017, da Asociación Argentina para la Investiación en Historia de lasMujeres y Estudios de Género (AAIHMEG).

    Clique aqui para fazer o download do boletim nº2


  • Livro da I Jornada LEGH é lançado em evento científico

    Publicado em 01/11/2017 às 2:58

    Na sexta-feira passada, 27, a professora Lidia Schneider Distrot lançou o livro da I Jornada do LEGH no III Seminário Internacional de História do Tempo Presente, evento realizado na Universidade Estadual de Santa Catarina. O lançamento foi às 18h, antes da conferência de encerramento do evento, feito pelo professor Liz Sevcenko.


  • Doutorandas da UFSC são premiadas na ’25ª Jornadas de Jóvenes Investigadores’, no Paraguai

    Publicado em 30/10/2017 às 10:20

    A XXV Jornada de Jóvenes Investigadores da Asociación de Universidades Grupo Montevideo (Augm) premiou as doutorandas dos Programas de Pós-graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas e de Pós-graduação em História, Liana Dalla Vecchia e Eloisa Rosalen. O evento ocorreu entre os dias 18 e 20 de outubro, no Paraguai, e reuniu estudantes de universidades do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai para a apresentação de trabalhos acadêmicos.

    Foto: divulgação

    O evento ocorreu na Universidad Nacional de Itapúa, em Encarnación, e teve como tema central a “investigação sem fronteiras para a integração científica e cultural”. No total, 12 estudantes fizeram parte da delegação da UFSC.

    Liana ganhou o prêmio de melhor apresentação no formato pôster na categoria “Atenção Primária à Saúde”. Ela apresentou o projeto “Práticas de Apoio Matricial no Cuidado em Saúde Mental na Atenção Primária”. Eloisa recebeu menção honrosa na categoria Gênero pela apresentação oral do trabalho “Memórias de um exílio sem volta: Família, memórias e relações de gênero no exílio sob a perspectiva de João Vicente Goulart”. Para ela, a importância do prêmio está no reconhecimento e fortalecimento da discussão sobre o tema.

     

    Fonte: http://noticias.ufsc.br/2017/10/doutorandas-da-ufsc-sao-premiadas-na-25a-jornada-de-jovenes-investigadores-no-paraguai/#more-169752

  • Professora da Unicentro lança livro sobre o primeiro grupo feminino de polícia do Brasil

    Publicado em 30/10/2017 às 10:13
    (Reprodução)

      A criação do primeiro grupo feminino de polícia do Brasil. Foi essa a temática que motivou a professora do Departamento de História da Unicentro, Rosemeri Moreira, durante o doutorado. A tese virou livro – “Sobre Mulheres e Polícias: Polícia Feminina no Brasil – A invenção paulista (1955-1964)” -, que no último dia 04 de agosto foi lançado durante o 13º Mundos de Mulheres & Fazendo Gênero, um dos maiores eventos da América Latina sobre o assunto, realizado na Universidade Federal de Santa Catarina, a UFSC.

    A relação da pesquisadora com a temática é anterior, do período de desenvolvimento da dissertação. “Para o mestrado eu fiz a pesquisa sobre a política de entrada das mulheres na Polícia do Paraná, em 1977, e no doutorado, então, é outro recorte temporal, mas, é o mesmo foco”, conta. O livro traz, em quatro capítulos, uma análise sobre a presença de mulheres no efetivo da Polícia Militar de São Paulo a partir do primeiro grupo de policiamento feminino criado em 1955.

    Os capítulos iniciais discutem em termos teóricos e culturais como se deu a entrada das mulheres na polícia, além de apresentar o processo de seleção e formação, que acompanhou a primeira turma. Já no terceiro capítulo do livro, Rosemeri retrata o dia a dia dessas policiais depois de formadas, quando elas vão para rua. E, por fim, o último capítulo é sobre a internacionalização das polícias, saindo de São Paulo e colocando esse policiamento feminino dentro de um contexto maior.

    “Inicialmente, a ideia era trabalhar desde 1955, quando é criado, até 1985, que é o fim da Ditadura Militar. Mas não tinha como. Pela minha vontade, o livro teria mais um capítulo para falar a partir de 1964 o que muda na configuração das polícias no Brasil, porque é um texto sobre a entrada das mulheres na polícia, mas é um texto também sobre a história do Brasil no período de 1955 e 1964 e sobre a história das polícias”, explica a pesquisadora.
    A atuação de mulheres nas corporações policiais foi forjada sob a prerrogativa de que seriam elas as mais indicadas para atender certos tipos de ocorrência. Nas palavras da professora Rosemeri, “o trabalho delas ainda é muito voltado para a ideia desse maternal, não que elas fossem exatamente assim, mas a ideia de que ao entrarem na polícia estariam levando a sensibilidade, o amor e o carinho, que é um discurso político bem interessante e um uso do gênero bem específico”.

    Além dos discursos políticos e das questões de gênero, o livro também aborda temáticas ligadas a própria história cultural, como a ideia de mulheres que é construída de forma oposta a ideia de polícia. “São duas coisas, historicamente, consideradas opostas. Para mim, isso é um ponto interessante da própria história cultural, de como foi para a sociedade aceitar, legitimar e pensar as mulheres executando uma tarefa dita como masculina”, avalia a pesquisadora.

    Mesmo realizando o lançamento do livro na UFSC, a professora Rosemeri pretende lançar o material também na Unicentro, e em breve, quem desejar poderá adquirir seu exemplar pelo site da Editora Unicentro.

    Fonte: https://www3.unicentro.br/noticias/2017/08/07/professora-da-unicentro-lanca-livro-sobre-o-primeiro-grupo-feminino-de-policia-do-brasil/

  • Lista de leitura do LEGH atualizada

    Publicado em 30/10/2017 às 10:00

    A nova de leitura que está sendo seguida neste segundo semestre de 2017 foi atualizada. Segue abaixo a nova programação!

    8. 27.out: MILLETT, Kate. Política sexual. Lisboa: Dom Quixote, 1974, p. 212-256.
    (Responsável: Jeferson)

    9. 10.nov:MITCHELL, Juliet. Mulheres: a revolução mais longa. Revista Gênero, Niterói, v. 6, n. 2 – v. 7, n.1, p. 201-232, 1. – 2. sem. 2006.
    http://www.revistagenero.uff.br/index.php/revistagenero/article/view/352/264
    (Responsável: Glenda)

    10.17.nov: DELPHY, Christine. O inimigo principal: a economia política do patriarcado. Revista Brasileira de Ciência Política, Brasília, n. 17, p. 99-119, Ago. 2015.
    http://www.scielo.br/pdf/rbcpol/n17/0103-3352-rbcpol-17-00099.pdf
    (Responsável: Júlia)

    11.24.nov: OAKLEY, Ann. Sexo e gênero. Feminismos, Salvador, v. 4, n. 1, p. 64-71, Jan. – Abr. 2016.
    http://www.feminismos.neim.ufba.br/index.php/revista/article/view/393/200
    (Responsável: Renata)

    12.01.dez: RUBIN, Gayle. O tráfico de mulheres: notas sobre a “economia política” do sexo. Recife: S.O.S. Corpo, 1993.
    http://www.miriamgrossi.cfh.prof.ufsc.br/pdf/OTraficoDeMulheres.pdf
    (Responsável: Rebecca)

    13.08.dez: RUBIN, Gayle. Pensando sexo: notas para uma teoria radical das políticas da sexualidade. Tradução feita por Felipe Bruno Fernandes não publicada do original Thinking Sex: Notes for a Radical Theory of the Politics of Sexuality, in Carole Vance, ed., Pleasure and Danger, Routledge & Kegan, Paul, 1984. Also reprinted in many other collections, including Abelove, H.; Barale, M. A.; Halperin, D. M., The Lesbian and Gay Studies Reader, New York: Routledge, 1994.
    https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/1582
    (Responsável: Joana Pedro)

    14. 15.dez: COLLINS, Patricia Hill. Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Sociedade e Estado, Brasília, v. 31, n.1, p. 99-127, Jan. – Abr. 2016.
    http://www.scielo.br/pdf/se/v31n1/0102-6992-se-31-01-00099.pdf
    (Responsável: Gabriel)


  • Histórias de Gênero

    Publicado em 06/10/2017 às 9:46

    Já está disponível o e-book História de Gênero, organizado por Cintia Lima Crescêncio, Janine Gomes da Silva e Lidia Schneider Bristot, que conta com diversos capitulos produzidos por membras do Laboratório de Estudos de Gênero e História. Para fazer o download clique aqui: História de Genero

     


  • Cristina Scheibe Wolff fala sobre Resistência de Mulheres durante período ditadura brasileira

    Publicado em 19/09/2017 às 14:34

    A professora Cristina Scheibe Wolff, historiadora de estudos feministas da Universidade Federal de Santa Catarina, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Gênero e História e Fulbright Chair in Brazilian Studies, é convidada para recepção do ano acadêmico 2017-2018 com a fala: “Women’s Resistance to Military Dictatorship and the New Conservative Coup in Brazil”, que acontecerá no Centro para estudos latinos, caribenhos e latino americanos.


  • Leituras LEGH 2017-2: Debates “fundadores” da teoria feminista I

    Publicado em 19/09/2017 às 14:10

    Temos o prazer de divulgar a lista de leituras do Laboratória de Estudos de Gênero e História, que acontece toda sexta-feira, às 14h:

    18.ago: MILLETT, Kate. Política sexual. Lisboa: Dom Quixote, 1974, p. 9- 26.   (Responsável: Binah)

    25.ago: MILLETT, Kate. Política sexual. Lisboa: Dom Quixote, 1974, p. 26-47. (Responsável: Alina)

    01.set: MILLETT, Kate. Política sexual. Lisboa: Dom Quixote, 1974, p. 47-74. (Responsável: Elaine)

    15.set: MILLETT, Kate. Política sexual. Lisboa: Dom Quixote, 1974, p. 74-100. (Responsável: Sergio)

    22.set: MILLETT, Kate. Política sexual. Lisboa: Dom Quixote, 1974, p. 100-143. (Responsável: Linaia)

    29.set: MILLETT, Kate. Política sexual. Lisboa: Dom Quixote, 1974, p. 145-173. (Responsável: Adaiza)

    06.out: MILLETT, Kate. Política sexual. Lisboa: Dom Quixote, 1974, p. 173-212. (Responsável: Luísa)

    20.out: MILLETT, Kate. Política sexual. Lisboa: Dom Quixote, 1974, p. 212-256. (Responsável: Laura)

    27.out: MITCHELL, Juliet. Mulheres: a revolução mais longa. Revista Gênero, Niterói, v. 6, n. 2 – v. 7, n.1, p. 201-232, 1. – 2. sem. 2006.
    http://www.revistagenero.uff.br/index.php/revistagenero/article/view/352/264 (Responsável: Glenda)

     10.nov: DELPHY, Christine. O inimigo principal: a economia política do patriarcado.Revista Brasileira de Ciência Política, Brasília, n. 17, p. 99-119, Ago. 2015. http://www.scielo.br/pdf/rbcpol/n17/0103-3352-rbcpol-17-00099.pdf  (Responsável: Júlia)

     17.nov: OAKLEY, Ann. Sexo e gênero. Feminismos, Salvador, v. 4, n. 1, p. 64-71, Jan. – Abr. 2016. http://www.feminismos.neim.ufba.br/index.php/revista/article/view/393/200 (Responsável: Renata)

     24.nov: RUBIN, Gayle. O tráfico de mulheres: notas sobre a “economia política” do sexo. Recife: S.O.S. Corpo, 1993. http://www.miriamgrossi.cfh.prof.ufsc.br/pdf/OTraficoDeMulheres.pdf (Responsável: Rebecca)

     01.dez: RUBIN, Gayle. Pensando sexo: notas para uma teoria radical das políticas da sexualidade. Tradução feita por Felipe Bruno Fernandes não publicada do original Thinking Sex: Notes for a Radical Theory of the Politics of Sexuality, in Carole Vance, ed.,Pleasure and Danger,Routledge & Kegan, Paul, 1984. Also reprinted in many other collections, including Abelove, H.; Barale, M. A.; Halperin, D. M., The Lesbian and Gay Studies Reader, New York: Routledge, 1994. https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/1582 (Responsável: Joana Pedro)

     08.dez: COLLINS, Patricia Hill. Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Sociedade e Estado, Brasília, v. 31, n.1, p. 99-127, Jan. – Abr. 2016.  http://www.scielo.br/pdf/se/v31n1/0102-6992-se-31-01-00099.pdf (Responsável: Sara)

    15.dez: FALQUET, Jules. The Traffic in Women 2.0: de la economía política de la (hetero)sexualidad a la combinatoria straight. Publicado em francês em: Bidet, Annie, Galerand, Elsa, Kergoat, Danièle (coords.), 2016, Cahiers du Genre, n° especial “Actualidad del feminismo materialista”.
    https://julesfalquet.files.wordpress.com/2010/05/trad-esp-traffic-in-women-ii-77777779.pdf
    (Responsável: Soraia)


  • Projeto Mulheres de Luta realiza reunião com pesquisadoras de todo o país

    Publicado em 12/09/2017 às 19:39

    Membras do projeto Mulheres de Luta.

    Durante o 13º Congresso Internacional Mundos de Mulheres e 11º Fazendo Gênero, sediado pela Universidade Federal de Santa Catarina de 31 de julho à 4 de agosto de 2017, a equipe de pesquisadoras que participa do Projeto Mulheres de Luta teve a oportunidade de se reunir para discutir o planejamento para o segundo semestre.