Cristina Scheibe Wolff é homenageada por Prêmio Mulheres na Ciência 2021

26/08/2021 10:29

Com objetivo de estimular, valorizar e dar visibilidade às mulheres da UFSC que fazem pesquisas científicas, tecnológicas e inovadoras, divulgando-as de forma ampla, a Pró-reitoria de Pesquisa (Propesq/UFSC) divulga o resultado da primeira edição do Prêmio Mulheres na Ciência. A professora Cristina Scheibe Wolff, pesquisadora do LEGH/UFSC, foi a vencedora na categoria Sênior.

O Prêmio se destina a inspirar a comunidade científica interna e externa nas diferentes áreas do conhecimento e contribuir para diminuir a assimetria de gênero na ciência. A premiação está dividida em três categorias, Júnior (pesquisadoras que ingressaram no quadro permanente da UFSC após 31/12/2013); Plena (pesquisadoras que ingressaram no quadro permanente da UFSC entre 31/12/2000 e 31/12/2013); e Sênior (pesquisadoras que ingressaram no quadro permanente da UFSC antes de 31/12/2000).

As premiadas recebem um diploma do Prêmio e um vídeo realizado pela AGECOM/UFSC para divulgação científica, a ser veiculado em canais de comunicação e que  comporá a Galeria de Destaques na Ciência da Propesq.

Toda a comunidade do LEGH/UFSC parabeniza a professora Cristina Scheibe Wolff por seu excelente trabalho e pela inspiração que é para cada uma/ume/um de nós. Somos muito gratas/es/os por podermos aprender com essa competente e carinhosa professora! Parabéns, profe Cris!

Que a ciência se torne cada vez mais acessível a todas as mulheres, e que a contribuição das mulheres na ciência seja algo cada vez mais evidente e valorizado em todas as áreas do conhecimento.

Conheça todas as vencedoras desta edição:

Categoria Junior

Ciência da Vida: Ione Jayce Ceola Schneider (Departamento de Ciências da Saúde, Campus Araranguá)
Ciências Humanas: Marília de Nardin Budó (Departamento de Direito, Centro de Ciências Jurídicas)
Ciências Exatas e da Terra: Christiane Fernandes Horn (Departamento de Química, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas)

Categoria Plena

Ciências da Vida: Maria Jose Hotzel (Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural, Centro de Ciências Agrárias)
Ciências Humanas: Daniela Karine Ramos (Departamento de Metodologia de Ensino, Centro de Ciências da Educação)
Ciências Exatas e da Terra: Lucila Maria de Souza Campos (Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas, Centro Tecnológico)

Categoria Sênior

Ciências da Vida: Ana Lucia Severo Rodrigues (Departamento de Bioquímica, Centro de Ciências Biológicas)
Ciências Humanas: Cristina Scheibe Wolff (Departamento de História, Centro de Filosofia e Ciências Humanas)
Ciências Exatas e da Terra: Regina de Fátima Peralta Muniz Moreira (Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos, Centro Tecnológico)

Seleção de bolsistas e voluntárias/es/os PIBIC para o LEGH – 2021/2022

04/08/2021 14:21

O Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH) da UFSC torna publica a seleção para 04 (quatro) vagas de bolsistas PIBIC, e até 02 vagas para voluntárias/es/os (com registro no programa PIBIC voluntário) para os projetos/planos de atividades descritos abaixo, para o período de 01/09/2021 a 31/08/2022.

Para a inscrição, as/os/es candidatas/os/es devem enviar por e-mail os seguintes materiais:

1. Histórico escolar;

2. Uma carta breve explicando seu interesse no ou nos projetos e nome completo, CPF, e-mail e telefone.

As inscrições serão aceitas até o dia 10/08/2021 no e-mail legh.cfh@gmail.com, Assunto: Seleção PIBIC

Será realizada uma entrevista no dia 11/08/2021 a partir das 16:30h. A cada candidata/o/e enviaremos o link e horário para entrevista.

Podem se inscrever estudantes de História, Arquivologia, Jornalismo, Computação (para um dos projetos) e outros cursos de ciências humanas e sociais.

As vagas são para os seguintes projetos:

1. Laboratório de Estudos de Gênero e História, um Arquivo dos Feminismos do Cone Sul, coordenado pela Profa. Dra. Janine Gomes da Silva (1 bolsista)

2. Mulheres na política em tempos de ditadura: Gênero, Feminismos e Emoções (Cone Sul – 1970-1989), coordenado pela Profa. Dra. Cristina Scheibe Wolff (2 bolsistas)

3. Os feminismos e as possibilidades democráticas para as mulheres no Cone Sul (1982-2012), coordenado pela Profa. Dra. Joana Maria Pedro (1 bolsista)

4. A internet como campo de disputas pela igualdade de gênero, coordenado pela Profa. Dra. Cristina Scheibe Wolff  (2 voluntárias/os/es) (Ver https://voluntario.ufsc.br/ )

O edital completo que contém as condições de elegibilidade e todas as obrigações e direitos dos bolsistas PIBIC pode ser consultado no link http://pibic.propesq.ufsc.br/files/2021/07/Edital-PIBIC-2021-2022_Retificado_26-05.pdf

TV UFSC exibe os vídeos do Projeto Mulheres de Luta

05/05/2021 16:01

Estreou no último sábado, 1 de maio, às 21h30, na TV UFSC, a exibição dos vídeos-documentários do Projeto “Mulheres de luta: feminismo e esquerdas no Brasil (1964-1985)”, do Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH/UFSC).

Coordenado pela professora Drª Cristina Scheibe Wolff e financiado pela CAPES, serão exibidos 19 vídeos temáticos, além do making off, que contam aa história e a experiência de mulheres na militância de esquerda no período de ditadura civil-militar no Brasil.

Os vídeos são apresentados na TV UFSC todos os sábados, às 21h30, com reprise nas terças-feiras, às 22h30. Os vídeos também encontram-se disponíveis no Canal do Youtube do LEGH, na Playlist Mulheres de Luta.

Além dos vídeos, o Projeto tem também um Webdocumentário, que está disponível em: www.mulheresdeluta.ufsc.br; e um livro, que está disponível na Amazon (gratuitamente) e, também, no link: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/201257.

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Redação: Morgani Guzzo

Estão no ar os vídeos do Projeto Políticas da Emoção e do Gênero

05/05/2021 10:34

Políticas-da-emoção-e-do-gêneroEm abril, o Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH/UFSC) lançou um novo projeto que envolve a pesquisa em história oral sobre a militância contra as ditaduras no Cone Sul latino-americano. O projeto Políticas da Emoção e do Gênero na resistência às ditaduras militares no Cone Sul, coordenado pela professora Cristina Scheibe Wolff e financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, é mais uma novidade com experimentação coletiva proposta pela professora e pelo laboratório.

A cada semana, o projeto apresenta, em formato de mini documentário com cerca de dez minutos, um novo vídeo em seu canal do Youtube. Os roteiros partem de entrevistas realizadas pelas/os pesquisadora/es do LEGH com ativistas e militantes que lutaram contra as ditaduras em países como a Argentina, o Brasil, o Paraguai, Uruguai e Chile para abordar as experiências de resistência às ditaduras relacionadas às emoções, aos afetos e às relações de gênero. “Os vídeos trazem novas possibilidades de reflexão sobre as ditaduras do Cone Sul e sobre os movimentos da resistência e feministas, a partir da história das emoções”, declara Cristina Scheibe Wolff, coordenadora do Projeto.

Além dos vídeos, o Projeto ainda prepara o lançamento de um livro que irá trazer capítulos equivalentes aos vídeos, abordando emoções como o amor, a amizade, a esperança, o medo, a culpa, o luto, a raiva, o ódio, a coragem, o riso e a voluntariedade.

Para saber as novidades e os lançamentos, é só se inscrever no canal.

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Redação: Morgani Guzzo
Card de divulgação: Elaine Schmitt

LEGH se despede das reuniões semanais de 2020

11/12/2020 18:01

Na última quarta-feira, dia 9 de dezembro, o LEGH realizou seu último encontro semanal de estudos de 2020. Devido às medidas de isolamento social para redução do contágio do novo coronavírus, os encontros deste ano foram feitos sempre virtualmente, por meio da plataforma Zoom, às 14h30.

Com a leitura e discussão em andamento do livro Couro imperial: raça, gênero e sexualidade no embate colonial, de Anne McClintock, o grupo se despede de 2020 e retomará os encontros a partir de 24 de fevereiro de 2021, com a discussão das páginas 237-270 do mesmo livro.

O cronograma de leituras atualizado poderá ser acessado na aba Leituras do Legh > Leituras em Andamento – 2021/1, a partir do ano que vem.

“Foi um grande prazer dividir este espaço virtual com vocês durante um ano tão complicado quanto 2020. Nossos desejos são de muita saúde, alegrias, paz e força para lutar em 2021”, escreveram as professoras coordenadoras do LEGH às/aos participantes do grupo, por e-mail.

Agradecemos a cada um/uma que se somou ao Laboratório durante este desafiador ano. A participação de pessoas de todo o Brasil foi enriquecedor!

Nos encontramos em 2021!

Tese de integrante do LEGH vence Prêmio Ecléa Bosi da Associação Brasileira de História Oral

16/11/2020 09:36

Mulheres negras nos movimentos de esquerda durante a ditadura no Brasil. 1964-1985” é o título da tese vencedora do II Prêmio ABHO de Teses Ecléa Bosi da Associação Brasileira de História Oral, de autoria de Tauana Olivia Gomes Silva.

A tese foi defendida em co-tutela entre o PPGH/UFSC e a Université Rennes 2, com orientação da professora Dra. Cristina Scheibe Wolff (PPGH-UFSC) e do professor Dr. Luc Capdevila, e pode ser acessada através do link: http://www.bu.ufsc.br/teses/PHST0683-T.pdf

Além do primeiro lugar, as duas menções honrosas do Prêmio foram para estudos na área de gênero (resultado disponível aqui).

– 1º lugar: Mulheres negras nos movimentos de esquerda durante a ditadura no Brasil, 1964-1985 (Tauana Olívia Gomes Silva – PPGH/UFSC).

– Menção honrosa: Uma história toda sua: trajetórias de historiadoras brasileiras, 1934-1990 (Carmem Silvia da Fonseca Kummer Liblik – PPGH/UFPR).

– Menção honrosa: Território de afetos: práticas femininas antirracistas nos quilombos contemporâneos do Rio de Janeiro (Mariléia de Almeida – PPGH/UNICAMP).

Legh estreia novo projeto: Conversa com as autoras

11/11/2020 09:54

Desde abril de 2020, o Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH) da UFSC possui um canal no YouTube para divulgação de nossa produção acadêmica, entrevistas, conferências e projetos em vídeo.

Em outubro, o Canal lançou um novo projeto, o Conversa com as autoras, com objetivo de divulgar as publicações das pesquisadoras do LEGH. A cada semana, as autoras são convidadas a falar sobre as pesquisas que resultaram na publicação e curiosidades do processo.

De acordo com a professora Cristina Scheibe Wolff, o canal é uma forma de história pública, uma abertura do LEGH não somente para outros espaços acadêmicos, mas também para a sociedade como um todo. Desta forma, a professora deixa o convite a todos e todas para conhecerem mais este canal de discussão e divulgação científica. Para receber as novidades semanais, basta se inscrever e ativar o sininho das notificações.

O Canal Gênero e História (www.youtube.com/GêneroeHistória) tem atualização semanal e contém, além do Conversa com as Autoras, outras duas playlists temáticas:

  • Mulheres de Luta – com os vídeos produzidos para o Projeto Mulheres de Luta: Feminismo e esquerdas no Brasil (1964-1985), divididos em 20 episódios temáticos;
  • Aulas, conferências e entrevistas – com vídeos da participação das professoras do Legh em eventos, em programas de TV ou aulas ministradas e gravadas em vídeo.

Acesse e fique por dentro das atualizações semanais!

Canal do LEGH: www.youtube.com/GêneroeHistória
Facebook: facebook.com/legh.ufsc
Instagram: @legh.ufsc
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Grupo de leituras recebe novos integrantes toda semana

01/09/2020 22:00

As leituras do segundo semestre de 2020 já começaram e, a cada semana, novas integrantes se somam ao grupo de leituras.

São estudantes e pesquisadoras/es de várias partes do Brasil que, devido à condição de isolamento social imposta pela pandemia da Covid-19, estão podendo participar dos encontros que o LEGH promove, todas as quartas, a partir das 14h30, pelo aplicativo Zoom.

O interesse em participar vem, geralmente, de pessoas que acompanham as redes sociais do LEGH, principalmente o Instagram (@legh.ufsc) e o Facebook.

As reuniões do LEGH são abertas. Qualquer pessoa interessada em ler coletivamente e debater temas na área dos estudos de gênero, história, feminismos e intersecccionalidade é bem vinda, basta só enviar um e-mail para legh.cfh@gmail.com.

Esperamos vocês nas quartas-feiras!

Conversa online sobre mães, mídias e covid-19

04/07/2020 11:26

Na próxima quarta, 8 de julho de 2020, às 19h, a professora Dra. Soraia Carolina de Mello participa da conversa online “Mães, mídias e covid-19”.

O evento tem como objetivo discutir os impactos da pandemia Covid-19 nas vidas das mães, em diálogo com as mídias, reunindo perspectivas brasileiras e internacionais, dentro e fora da academia. A conversa contará coma presença de debatedoras que trabalham com a maternidade e temas correlatos dentro e fora da academia.

Convidadas:
Andrea O ‘Reilly (York University)
Andrea Romani (CEPIA)
Maria Collier (SIGMO – EGC/UFSC)
Milena Freire (POSCOM UFSM)
Soraia Carolina de Mello (LEGH UFSC).

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do link: https://forms.gle/thmgW2vvH17G8zwM9

O evento é organizado por SIGMO/UFSC, LEGH/UFSC, CEPIA, POSCOM/UFSM e DEMETER PRESS.

Tese de integrante do LEGH é indicada ao Prêmio Capes de Tese 2020

17/06/2020 15:20

A tese intitulada Corpos e campos plurais: os feminismos das Marchas das Vadias no Brasil, de Morgani Guzzo, com orientação da professora Dra. Cristina Scheibe Wolff, foi escolhida pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH/UFSC) para concorrer ao Prêmio CAPES de Tese 2020. A seleção interna das melhores teses defendidas em 2019 ocorreu em maio de 2020 e foi formada pelos professores Javier Vernal, Silvio Correa e presidida pela professora Miriam Grossi.

Segundo Morgani, a tese procurou evidenciar que são os afetos que nos movem politicamente. “Isso talvez seja um bom insight para resistirmos, mesmo diante da pandemia, da necropolítica instaurada e da escalada fascista em nosso país”, avalia.

Para ela, ter sido selecionada foi uma grande conquista e orgulho, especialmente por uma tese da área de Estudos de Gênero, escrita com base nas epistemologias feministas, ter tido destaque no programa e poder ser lida e conhecida para além dele e da própria UFSC.

“Que possamos tirar algum aprendizado da autogestão, da horizontalidade e da luta plural das Marchas das Vadias brasileiras para não deixarmos de nos afetar, mover e articular, construindo juntas/es/os espaços e (re)existências mais potentes nesses tempos sombrios em que vivemos”, declara.