Leituras realizadas

Divulgamos abaixo a lista de leituras realizadas nos semestres anteriores pelas/os integrantes do Laboratório de Estudos de Gênero e História.

2018.2

01. 08/08. FALQUET, Jules. The Traffic in Women 2.0: de la economía política de la (hetero)sexualidad a la combinatoria straight. Publicado em francês em: Bidet, Annie, Galerand, Elsa, Kergoat, Danièle (coords.), 2016, Cahiers du Genre, n° especial “Actualidad del feminismo materialista”.
Disponível em: https://julesfalquet.files.wordpress.com/2010/05/trad-esp-traffic-in-women-ii-77777779.pdf
Responsável: Gabriel.

02. 15/08. mombaça, jota. rumo à uma redistribuição desobediente de gênero e anticolonial da violência. São Paulo: Fundação Bienal (32a. Bienal de São Paulo – Incerteza Viva) e OIP – oficina imaginação política, 2017.
Responsável: Maria Adaíza.

03. 22/08. GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo Afro-latino-americano. Caderno de Formação Política do Círculo Palmarino, n. 1, p. 12-20, 2011.
Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/271077/mod_resource/content/1/Por%20um%20feminismo%20Afro-latino-americano.pdf
Responsável: Ana Paula.

04. 29/08. OYĚWÙMÍ, Oyèrónké. Conceituado gênero: os fundamentos eurocêntricos dos conceitos feministas e o desafio das epistemologias africanas. CODESRIA Gender Series, v. 1, p.1-8, 2004.
Disponível: https://goo.gl/K1Rduy
Responsável: Rosana.

05. 05/09. VIGOYA, Mara Viveros. Corpos negros masculinos: mais além ou mais aquém da pele. In: _____. As cores da masculinidade: experiências interseccionais e práticas de poder na Nossa América. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens, 2018.
Responsável: Luiz.

06. 12/09. JESUS, Jaqueline Gomes de. Interlocuções teóricas do pensamento transfeminista. In: _____. Transfeminismo: teorias e práticas. Rio de Janeiro: Metanoia, 2014. p.03-18.
Responsável: Juno.

07. 19/09. RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala?. In: _____. O que é lugar de fala?. Belo Horizonte: Grupo Editorial Letramento, 2017, p. 55-79.
Responsável: Yarlenis.

08. 26/09. Não houve reunião de discussão de texto nesse dia.

09. 03/10. VIGOYA, Mara Viveros. Os benefícios da masculinidade branca: entre raça, classe, gênero e nação. In: _____. As cores da masculinidade: experiências interseccionais e práticas de poder na Nossa América. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens, 2018.
Responsável: Renata.

10. 10/10. OCHY, Curiel. Descolonizando el feminismo: una perspectiva desde America Latina Y Caribe. I Coloquio Latinoamericano sobre Praxis y Pensamiento Feminista, Buenos Aires, 2009. p.1-8.
Disponível em: http://feministas.org/IMG/pdf/Ochy_Curiel.pdf
Responsável: Ivette.

11. 17/10. MAMA, Amina. Las fuentes históricas nos dicen que incluso las mujeres blancas han mirado siempre hacia África para encontrar alternativas a su subordinación. In: MAMA, Amina et al. Africana: aportaciones para la descolonización del feminismo. Barcelona: Oozebap, 2013, p.7-21.
Disponível em: http://www.feministas.org/IMG/pdf/varias_autoras___africana._aportaciones_para_la_descolonizacion_del_feminismo.pdf
Responsável: Vera.

12. 24/10. SEGATO, Rita Laura. Colonialidad y patriarcado moderno. In: _____. La guerra contra las mujeres. Madrid: Traficantes de sueños, 2016. p.109-126.
Disponível em: https://www.traficantes.net/sites/default/files/pdfs/map45_segato_web.pdf
Responsável: Linaia.

13. 31/10. FEDERICI, Silvia. Colonização e cristianização In: ____. Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. Rio de Janeiro: Editora Elefante, 2017.
Disponível em: http://cga.libertar.org/wp-content/uploads/2017/07/silvia-federici-calib%C3%A3-e-a-bruxa-intro-cap-1.pdf
Responsável: Isa Maria.

14. 07/11. DAVIS, Angela. O legado da escravidão: parâmetros para uma nova condição da mulher. In: ____.  Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016. p. 23-48.
Disponível em: https://coletivoanarquistalutadeclasse.files.wordpress.com/2010/11/mulheres-raca-e-classe-angela-davis.pdf
Responsável: Lara.

15. 14/11. DESPENTES, Virginie. Dormindo com o inimigo. In: ____. Teoria King Kong. São Paulo: N-1 Edições, 2016.
Responsável: Jair.

16. 21/11. ALCOFF, Linda Martín. Uma epistemologia para a próxima revolução. Revista Sociedade e Estado, v.31, n.1, p.143-129, jan./abr. 2016.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/se/v31n1/0102-6992-se-31-01-00129.pdf
Responsável: Alina.

2018.1

1. 14/03. FEMENIAS, María Luisa. Esbozo de un feminismo latinoamericano. Estudos Feministas, Florianópolis,  v. 15, n. 1, p. 11-25,  Abr.  2007. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2007000100002
Responsável: Camila

2. 28/03. LAURETIS, Teresa de. Tecnologia do gênero. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de (org.). Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, 1994, p. 206-241. http://marcoaureliosc.com.br/cineantropo/lauretis.pdf
Responsável: Ana Paula

3. 04/04. RICH, Adrienne. Heterossexualidade compulsória e existência lésbica. Bagoas, Natal, v. 4, n. 05, p. 17–44, 2010. https://periodicos.ufrn.br/bagoas/article/view/2309/1742
Responsável: Binah

4. 11/04. HARAWAY, Donna. Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos Pagu, Campinas, SP, n. 5, p. 7-41, jan. 2009. ISSN 1809-4449. Disponível em: <https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/1773>. Acesso em: 09 mar. 2018.
Responsável: Luciana

5. 18/04. PATEMAN, Carole. Confusões patriarcais (cap. 3) In: ____ O contrato sexual. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1993.p. 38-65.
Responsável: Elaine

6. 25/04. BALLESTRIN, Luciana. América Latina e o giro decolonial. Rev. Bras. Ciênc. Polít.,  Brasília ,  n. 11, p. 89-117,  Aug.  2013 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-33522013000200004&lng=en&nrm=iso>. access on  09  Mar.  2018.  http://dx.doi.org/10.1590/S0103-33522013000200004.
Responsável: Adaiza

7. 02/05. LUGONES, María. Colonialidad y género. Tabula Rasa. Bogotá – Colombia, n. 9, p. 73-101, jul.-dic., 2008. http://www.revistatabularasa.org/numero-9/05lugones.pdf
Responsável: Jair

8. 09/05. BOUTELDJA, Houria. Raça,  classe  e  gênero:  uma  nova  divindade  de  três  cabeças.  Cadernos  de gênero e diversidade. Vol 02, N. 02 -Jul.-Dez., 2016. https://portalseer.ufba.br/index.php/cadgendiv/article/view/20686
Responsável: Luisa

9. 16/05. SEGATO, Rita Laura. Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial. Trad. Rose Barboza. e-cadernos ces, 18, Universidade De Coimbra, 2012.  pp. 106- 131. http://journals.openedition.org/eces/1533
Responsável: Luana

10. 23/05. BACCHETTA, Paola. Co-formações/co-produções: considerações sobre poder, sujeitos subalternos, movimentos sociais e resistência. In: TORNUIST, Carmen Susana; COELHO, Clair Castilhos; LAGO, Mara Coelho de Souza; LISBOA, Teresa Kleba (Orgs.). Leituras de resistência. Corpo, violência e poder. Vol. I. Florianópolis: Editora Mulheres, 2009, 49-74. https://www.scribd.com/document/333054267/Livro-Resistencia-Corpo-e-Poder https://www.academia.edu/3786296/Co-Formações_Co Produções_Considerações_sobre_Poder_Sujeitos_Subalternos_Movimentos_Sociais_e_Resistência
Responsável: Linaia

11. 06/06. REA, Caterina Alessandra. Sexualidades dissidentes e teoria queer pós-colonial: o caso africano. Epistemologias do Sul, Foz do Iguaçu, v. 1, n. 1, p.145-165, 2017. Acesso: https://revistas.unila.edu.br/epistemologiasdosul/article/view/775/648
Responsável: Alisson

12. 13/06. ANZALDUA, Gloria. La conciencia de la mestiza: rumo a uma nova consciência. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 13, n. 3, p. 704-719, Dec. 2005. Acesso: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2005000300015. Responsável: Gilmária
+
ANZALDÚA, Gloria. Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 8, n. 1, p. 229, jan. 2000. ISSN 1806-9584. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/9880. Acesso em: 09 mar. 2018. Leitura para todas e todos.

13. 20/06. hooks, bell. Mulheres negras: moldando a teoria feminista. Revista Brasileira de Ciência Política, Brasília, n. 16, p. 193-210, Jan. – Abr. 2015. http://www.scielo.br/pdf/rbcpol/n16/0103-3352-rbcpol-16-00193.pdf
Responsável: Michelle

14. 27/06. COLLINS, Patricia Hill. Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Sociedade e Estado, Brasília, v. 31, n.1, p. 99-127, Jan. – Abr. 2016.  http://www.scielo.br/pdf/se/v31n1/0102-6992-se-31-01-00099.pdf
Responsável: Jeferson

15. 04/07. FALQUET, Jules. The Traffic in Women 2.0: de la economía política de la (hetero)sexualidad a la combinatoria straight. Publicado em francês em: Bidet, Annie, Galerand, Elsa, Kergoat, Danièle (coords.), 2016, Cahiers du Genre, n° especial “Actualidad del feminismo materialista”. https://julesfalquet.files.wordpress.com/2010/05/trad-esp-traffic-in-women-ii-77777779.pdf
Responsável: Gabriel